Ela mal sabia que aquela alegria toda antes de sair para vê-lo era realmente verdadeira. Mal sabia que dormir segurando a camiseta dele era realmente prazeroso. Mal sabia que falar por horas no telefone com ele era verdadeiramente produtivo. Ela não sabia que segurar a mão dele lhe era de extrema importância. Mal sabia que saber onde ele estava era necessário. Hoje ela enxerga isso, porém nada mais pode ser revertido. As lágrimas derramadas não voltam, as palavras pronunciadas não são apagadas, o coração ferido não é curado.
Ela sente falta da época em que a única coisa que a faria feliz era um simples encontro com ele.
Ela só está procurando mais problemas para sua cabeça: fotos, históricos, sorrisos guardados, palavras ditas e jamais esquecidas. Quando já não se tem mais, só isso que resta... lembranças!
Então ela, que não tem mais, procura ter tudo aquilo novamente. Passa nos lugares carregados de recordações, escuta as músicas que simbolizaram algo no relacionamento, dorme do lado da cama onde um dia ele deitou, tudo isso apenas para alívio próprio. Sem saber que vai encontrar mais dor. O que ela nunca teve, estava agora mais distante. Impossível de agarrar. No fundo ela sabe que a volta não acontecerá, mas mesmo assim tenta assiduamente o reencontro, o toque, o carinho. Ela sabe que ele não a quer mais, ele não pensa nela antes de dormir, não pensa mais nas prioridades dela, não pensa se ela está interessada em outro cara ou não. Ele não está nem aí para ela. Ele quer liberdade para recomeçar. Ela tem que se conformar, ele não é mais dela, aliás nunca foi. Não! Ela não deve ligar para ele, mesmo sendo sua vontade. Não! Ela não pode convidá-lo para sair. Não! Ela deve evitá-lo o máximo que puder. Ele poderá até vir atrás, mas para simplesmente não acabar um relacionamento assim e deixar ela sem eira e nem beira. Ele vai procurar outros amores, conhecer pessoas mais interessantes que ela. Ela consequentemente quando souber disso se despedaçará. No fundo ela já sabe, percebe. Ela ainda abre um sorriso quando o telefone toca, acha que existe a possibilidade de ser ele. Nunca é.
Ela irá chorar esta noite e ele estará por aí sorrindo docemente...
Se algo não for verídico, corrija-me!
Ela sente falta da época em que a única coisa que a faria feliz era um simples encontro com ele.
Ela só está procurando mais problemas para sua cabeça: fotos, históricos, sorrisos guardados, palavras ditas e jamais esquecidas. Quando já não se tem mais, só isso que resta... lembranças!
Então ela, que não tem mais, procura ter tudo aquilo novamente. Passa nos lugares carregados de recordações, escuta as músicas que simbolizaram algo no relacionamento, dorme do lado da cama onde um dia ele deitou, tudo isso apenas para alívio próprio. Sem saber que vai encontrar mais dor. O que ela nunca teve, estava agora mais distante. Impossível de agarrar. No fundo ela sabe que a volta não acontecerá, mas mesmo assim tenta assiduamente o reencontro, o toque, o carinho. Ela sabe que ele não a quer mais, ele não pensa nela antes de dormir, não pensa mais nas prioridades dela, não pensa se ela está interessada em outro cara ou não. Ele não está nem aí para ela. Ele quer liberdade para recomeçar. Ela tem que se conformar, ele não é mais dela, aliás nunca foi. Não! Ela não deve ligar para ele, mesmo sendo sua vontade. Não! Ela não pode convidá-lo para sair. Não! Ela deve evitá-lo o máximo que puder. Ele poderá até vir atrás, mas para simplesmente não acabar um relacionamento assim e deixar ela sem eira e nem beira. Ele vai procurar outros amores, conhecer pessoas mais interessantes que ela. Ela consequentemente quando souber disso se despedaçará. No fundo ela já sabe, percebe. Ela ainda abre um sorriso quando o telefone toca, acha que existe a possibilidade de ser ele. Nunca é.
Ela irá chorar esta noite e ele estará por aí sorrindo docemente...
Se algo não for verídico, corrija-me!


1 comentários:
Acho que é um carma de muitas "Elas" passarem por isso, fotos, históricos, palavras que ficaram pendentes, enfim, lembranças. Por mais que elas doam "Ela" insiste na dor, aquilo apesar de doloroso é prazeroso, é saudade. Esse texto me fez lembrar de uma parte de mim que já estava esquecida. Uma dor que não passou. Como dizem " o tempo não cura tudo, o tempo apenas desloca o incurável do centro das atenções", mas são relacionamentos como estes que nos fazem crescer e que nos dão inspiração para escrever belas palavras.
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